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Death Stranding é o novo jogo de Kojima com atuação de Norman Reedus


Hideo Kojima é uma lenda viva no mundo dos jogos, criando games como Metal Gear Solid e Zone of the Enders. Após ter deixado a Konami, o produtor se aliou com a Sony para produzir um novo título, anunciado hoje na conferência da produtora na E3 2016. O nome do game é Death Stranding, que contará com a participação de Norman Reedus (ator que dá vida ao papel de Daryl, de "The Walking Dead").
No breve trailer, vemos um homem nu cercado de animais mortos e marcas de mão na areia em um cenário que lembra uma praia. Ao se levantar, vemos que o ator Norman Reedus mais uma vez trabalha ao lado de Kojima após o cancelado inesperado de Silent Hills. O rapaz pega um bebê que está ao seu lado chorando e com uma corda em seu umbigo (o objeto parece muito mais um cabo do que um cordão umbilical), enquanto mais marcas de mãos aparecem no chão.
No fim do trailer, o homem – ainda sem nome ou explicações – se agacha enquanto observa as suas mãos banhadas em um líquido preto. Marcas de mãos de um bebê aparecem em seu corpo enquanto ele se levanta e observa o horizonte, que contém milhares de animais mortos (de peixes a baleias) e cinco figuras humanas flutuando com um aspecto etéreo, quase como divindades.


Do que se trata? O que é? Quando sai?
Como os outros diversos games apresentados na conferência da Sony, Death Stranding ainda não possui data de lançamento, plataformas (apesar de ser quase certeza de que é um exclusivo e ver o nome da Sony no jogo, não houve confirmação oficial) ou até mesmo do que se trata o enredo. Ou seja: ainda é impossível saber se é um título de ação, um game de aventura nos moldes de Heavy Rain e Detroit ou até mesmo algo novo.

Há muitos detalhes escondidos, coisas sobrenaturais e uma possível temática SciFi. Ou será só uma brincadeira de Kojima?

Entre os elementos que podemos observar, há alguns pequenos detalhes que podem dar uma noção leve do que esperar. No início do vídeo, o protagonista (se ele realmente for o protagonista) é visto nu, mas com algemas diferentes das convencionais que contam com aspectos futuristas. Além disso, essa cena em si pode implicar que o personagem estava em fuga de algo ou alguém ou que foi deixado ali depois de ser capturado.
Porém, o grande destaque foram os aspectos sobrenaturais, que são marcas registradas de Hideo Kojima. Norman Reedus aparece com colares estranhos e uma cicatriz em forma de cruz na barriga (poderia ser uma cobaia? Acidentes?), “pegadas” aparecem misteriosamente – como se algo invisível estivesse ali – e muitos animais estão mortos e despejados de uma maneira quase intencional.





No fim, as figuras etéreas ou até mesmo angelicais dão indícios de características ainda mais sobrenaturais. Se nos afastarmos um pouco, a cena toda tem quase um tom divino e criacional, com a vida e morte contrastadas em paisagens desérticas e sombrias. Se compararmos com outras obras, é possível remeter a cena com a premissa do filme “Prometheus”, quase como se fossem criaturas superiores (seja alienígenas ou divindades) olhando um humano em um planeta deserto.
Conforme supracitado, o game ainda não conta com data de lançamento. Até lá, há muito o que ser revelado, incluindo a possibilidade de essa apresentação não ter passado de mais uma das pegadinhas ou analogias de Hideo Kojima (assim como a baleia do trailer de The Phantom Pain significava “vingança” antes de ser anunciado oficialmente como Metal Gear Solid V). Por ora, apenas se sabe que o game virá para PS4. Está ansioso por mais novidades? Conte-nos o que você achou.

Microsoft e Sony brilham nas conferências e expõem pensamentos diferentes


A E3 2016 começou. Sony e Microsoft, as duas gigantes mais participativas do evento em termos de conferência e substancialidade de conteúdo, mostraram garras e dentes para se destacar num mercado que, apesar de acirrado, se mostra bastante dividido – algo que ficou exposto na diferença de filosofia entre as duas empresas.
É até possível comparar as concorrentes no pensamento apolíneo-dionisíaco da mitologia grega, isto é, “razão e emoção”. De um lado, temos Apolo: a razão, o “pé no chão”, o protocolo seguido à risca de forma competente, com ritmo bom e agradável, correto. Essa é a Microsoft. Do outro lado, temos a emoção, vista também como “loucura” (no bom sentido), a ousadia de mostrar coisas fantásticas com orquestra ao vivo, a capacidade de envolver o espectador e tocá-lo no coração, mexendo, assim, com o emocional. Esse é o mérito da Sony.
Cada uma tem seus prós e contras. O mérito está igual para cada lado com essa reflexão. De um lado, temos Microsoft, que soube se modernizar e apresentou produtos promissores, a maioria com data de lançamento, pé no chão, firme, console novo, Slim, logo de cara, uma consistente linha de jogos, melhorias em serviços da Xbox Live, como a adição de clubes e a busca otimizada por jogadores, os controles personalizados, enfim, prato cheio para os fãs.


De outro lado, temos a Sony, que tratou de não gastar mais que 5 minutos somando a fala de TODOS os executivos. Quase ninguém apareceu no palco para falar e, quando isso aconteceu, não durou mais que dois minutos. Foi um Andrew House aqui, umas palavrinhas de Kojima ali e pronto. Mas o fator tocante marcou a conferência: jogos, jogos, jogos e mais jogos. Um atrás do outro, só teaser na cara, promessas mirabolantes, ousadas, a maioria sem datas. Já notaram a diferença? Vamos refletir um pouco mais.

Competição sadia: cada empresa segue o próprio caminho
Quando dizemos que a competição é “sadia”, é claro que nos referimos ao fato de que, bem, óbvio que uma empresa observa a outra com papel e lápis na mão para desviar trajetórias, adotar estratégias e analisar táticas para avançar no mercado. Quem ganha com isso somos nós, consumidores, pois a tendência é que cada empresa se esforce muito para entregar produtos e serviços melhores.
No caso de Sony e Microsoft – e, na verdade, na história dos games em geral –, isso fica evidente de um jeito, digamos, “peculiar”. Diferentemente dos anos anteriores, quando muitos dizem que “os executivos mudaram os slides de última hora” por causa de um anúncio inesperado da concorrente, nesta edição o ar está diferente. Phil Spencer, por exemplo, sempre disse que é sadio, sim, competir no mercado, mas também sempre ressaltou que deseja oferecer a melhor experiência num console à sua maneira, buscando entregar recursos únicos para quem tem um Xbox One, independentemente do número de vendas do aparelho ou da integração absoluta com o PC.

A Sony, por sua vez, também está despreocupada com isso. Naturalmente, ela está numa posição confortável porque o seu video game nada em rios de dinheiro. E isso incomoda a Microsoft? Não. O Xbox One está aí, firme e forte, com mais de 20 milhões de unidades vendidas – caramba, isso é muita coisa para sustentar uma plataforma –, com serviços e funções que não param de nascer no console. Ela também nada em rios de dinheiro com a marca Xbox. Quer agradar os donos do aparelho e pronto, sem se preocupar se está em segundo lugar, em terceiro, em quarto. Ela está no mercado e ponto final.
E isso, sim, ficou ainda mais evidente nas conferências. A Microsoft preferiu apostar em algo mais concreto do que ousar no abstrato, que foi a abordagem da Sony. Logo de cara, Phil Spencer mostra o Xbox S, uma versão Slim 40% menor que o One convencional, com suporte a vídeos em 4K e preço de US$ 299, lançamento agendado para agosto.


Depois vieram os jogos, uma sequência eletrizante embalada por Gears of War 4, Forza Horizon 3, Inside, que vem das mãos dos criadores de Limbo e já chegará no dia 29 deste mês, ReCore, o “mindblowing” We Happy Few, mistura de BioShock com um que de Fallout, o frenético Scalebound, que só melhora a cada apresentação e está previsto para o ano que vem (videozinho abaixo que filmamos no local), Sea of Thieves, a nova proposta da Rare, Project Scorpio, o console-foguete também previsto para o final do ano que vem... E mais.

Enfim, coisas boas não faltaram. Um ou outro sem data, mas a maioria seguindo uma agenda de divulgação. O planejamento da Microsoft foi mais consistente, racional, firme. Foi “protocolar”, no melhor de todos os sentidos.
Já a Sony, como mencionamos, apostou na emoção. Teaser na cara, teaser na cara, teaser na cara. Poucas datas: The Last Guardian, finalmente (25 de outubro deste ano), a surpresa-bomba Resident Evil 7, e bomba no sentido de apresentar um gameplay absolutamente diferente do de todos os jogos anteriores da série e do que se esperava (no bom sentido, porque tá assustador mesmo), marcado para 24 de janeiro de 2017 e com demo na PSN a assinantes da Plus... E basicamente só, salvo um ou outro vago “em breve” ou “2017”. God of War nem subtítulo tem ainda - é o que se espera, pois ainda seria cedo para um eventual reboot da série. O gameplay está brutal, maduro e com mais cérebro, 

Quanto ao resto que tem alguma previsão no calendário, ou eram jogos já anunciados ou experiências em realidade virtual para o PlayStation VR. Detroit é a nova proposta da Quantic Dream, que assina os exclusivos Heavy Rain e Beyond: Two Souls. Até mesmo Crash, quando deu as caras, não foi exaaaatamente do jeito que a gente esperava – ainda assim, serviu ao propósito de mexer com a emoção. E isso ditou o ritmo da conferência da Sony: envolvimento com os jogadores, uma baita orquestra tocando ao vivo, uma experiência audiovisual que poucos espetáculos oferecem. No entanto... poucas datas, muitas promessas.
Tem coisa ali que só sai em 2018, 2019, isso se não virar projeto para o PS5. Vamos torcer para que não. Death Stranding, sem pé nem cabeça, o novo projeto do Kojima, está embrionário do mesmo jeito que o P.T. era – só que agora, naturalmente, está nas mãos de um Kojima independente. Vamos aguardar todo esse show de emoções da Sony (e botem anos aí). Days Gone, mundo aberto pós-apocalíptico à la The Last of Us, impressionou também. Mas está longe de acontecer...
Enfim, há prós e contras para cada lado. Microsoft, o Apolo, preferiu seguir o protocolo e entregar coisas mais concretas, enquanto a Sony, o Dionísio, apostou na emoção, no mais abstrato, com produtos que vão demorar muito tempo para chegar às nossas mãos, mas que causaram forte impacto sentimental nos jogadores. E olha só: ela realmente não falou nada sobre o novo PS4, mesmo depois da concorrente ter apresentado dois consoles novos. Estão vendo como ninguém quis mudar slides?


Cada empresa percorre seu próprio caminho. Números são importantes, sim, concorrência é importante, sim, mas a filosofia das duas é bem diferente. A Microsoft deve continuar oferecendo mais recursos multimídia para uma experiência em tamanho família – sem deixar de ser hardcore –, enquanto a Sony abre mão disso para mostrar jogos, jogos e jogos.
Há um certo ou errado nisso? Elas sabem dizer melhor do que a gente. Afinal de contas, ambas coexistem do jeito que são e só se aprofundam no que fazem – sinal de que, bem, as coisas vão bem pros dois lados, sem que precise existir uma preocupação de quem está em primeiro, segundo, terceiro lugar. O importante é existir e trazer coisas legais para a gente. O que vocês acham disso? Reflitam conosco na seção destinada aos comentários logo abaixo.
O TecMundo Games está na E3 2016, em Los Angeles, e também tem uma força-tarefa no Brasil para a cobertura completa do maior evento de games do mundo. Continuem ligados porque traremos gameplays quentinhos de muitas coisas apresentadas. 

Kratos está de volta em um novo capítulo da série God of War


Mesmo com todos os rumores e vazamentos, a Sony conseguiu surpreender com o anúncio do novo God of War. Abrindo a conferência da empresa na E3 deste ano, o novo game apresenta um Kratos um tanto diferente do que conhecemos — tanto pela generosa barba quanto por ele estar acompanhado de um pequeno garoto em suas aventuras.
Desenvolvido novamente pela Santa Monica Studios, o novo jogo da série se chama somente “God of War” e traz uma série de mudanças. Entre elas está o fato de que, aparentemente, a câmera foi modificada para se aproximar mais das costas do protagonista, o que muda um pouco a maneira como ele encara seus inimigos.


O elemento que permanece é a brutalidade: mesmo Kratos parecendo “mais calmo” na hora de enfrentar seus adversários, ainda assim ele não pensa duas vezes antes de arrancar pedaços de seus adversários ou empalá-los com seu machado. Nesse quesito, um detalhe chama atenção: a ausência das correntes que um dia envolveram os braços do anti-herói.
Ao que tudo indica, a Sony deve revelar mais detalhes sobre o novo God of War ainda esta semana conforme a E3 se desenrola. Em outras palavras, infelizmente ainda não temos sequer uma previsão de quando o novo game deve finalmente poder ser jogado — a única certeza é que ele deve ser uma bela adição ao catálogo de exclusivos do PlayStation 4.

Notícia atualizada
Em uma entrevista concedida pouco após o anúncio do jogo, a Sony Santa Monica confirmou que o protagonista do novo God of War realmente é Kratos. Além disso, a empresa esclareceu que só vamos jogador com ele em um mundo baseado na mitologia nórdica — que não terá características abertas, ao contrário do que muitos cogitavam. Apesar de prometer o jogo para breve, o estúdio deixou bem claro que não há nenhuma chance de ele ser lançado ainda este ano.

Resident Evil 7 é anunciado com muito terror e realidade virtual


A Sony surpreendeu na conferência desta segunda-feira (13) e anunciou Resident Evil 7, um novo capítulo na saga da Capcom. O trailer é bem desconexo e não traz pistas sobre a história, mas confirma uma coisa: o terror está de volta.
Ele inicia com a exploração de uma casa velha e de corredores estreitos, com ótimos gráficos e um clima tenso de que você está sendo observado — quem jogou a vesão demonstrativa P.T., de Silent Hill, vai se lembrar bastante do clima. Em seguida, o vídeo vira uma espécie de clipe musical para promover o título, cheio de cortes rápidos. Não é possível identificar nenhum personagem clássico, embora haja um misterioso ser em uma cadeira de rodas em determinado momento.
Resident Evil 7 se passa depois dos eventos de Resident Evil 6 e tem como cenário uma mansão rural nos Estados Unidos, com uma propriedade vasta e cheia de horrores. A Capcom diz que o título "paga tributo às origens da franquia".


Disponibilidade
Resident Evil 7 será lançado em 24 de janeiro para PC, Xbox One e PS4, sendo que haverá suporte completo para a realidade virtual via PlayStation VR. Isso significa que o game poderá ser jogado normalmente, mas terá uma experiência bem mais imersiva com os óculos especiais. Para quem ficou ansioso demais e já não aguenta mais esperar, não se preocupe: uma demo entra no ar ainda hoje para assinantes da PlayStation Plus.
Quem fizer a pré-compra (que começa hoje!) já leva um tema dinâmico do PS4, além de um "pacote de sobrevivência", o desbloqueio imediato da dificuldade mais insana do jogo e um item especial no momento do lançamento.


Confira o novo trailer cinematográfico de Ghost Recon: Wildlands


sim que sua conferência na E3 deste ano foi iniciada, a Ubisoft divulgou um novo trailer cinematográfico de Tom Clancy’s Ghost Recon: Wildlands. O game coloca você na pele de um membro de um grupo da força especiais dos Estados Unidos encarregado de derrubar o cartel Santa Blanca, que tomou controle da Bolívia.
Armados com a última palavra da tecnologia militar, os soldados do grupo Ghost vão ter que se infiltrar em linhas inimigas para completar uma série de missões perigosas. Além de ter que derrotar os traficantes de droga locais, você vai ter que destruir as ligações entre eles e o corrupto governo local.


Assim como acontece em The Division, a Ubisoft aposta em um universo online interconectado no qual você deve se unir a outros jogadores para destruir essa ameaça. Com lançamento programado para março de 2017, o game promete oferecer uma quantidade generosa de ação em um mundo aberto repleto de surpresas.

Crash voltou! Os três primeiros games serão remasterizados no PS4


Crash Bandicoot está de volta — ainda não exatamente da forma que gostaríamos, mas já é alguma coisa. O retorno do personagem foi finalmente anunciado pela Sony durante a conferência da empresa na E3 2016, em uma parceria com a atual detentora dos direitos do personagem, a Activision.
O primeiro passo dessa "nova" vida de Crash é a remasterização dos três primeiros games do personagem para o PlayStation 4. Isso significa que veremos "Crash Bandicoot", "Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back" e "Crash Bandicoot 3: Warped" com gráficos melhorados em um futuro próximo.
Ainda não foi divulgada uma data de lançamento para as novas versões e se elas virão juntas em um pacote (que provavelmente terá algum nome diferenciado para evidenciar que se trata de uma coleção).


Vai que esse não é o primeiro passo para o lançamento de um título original? Vale lembrar que ele também será um personagem jogável em um novo capítulo da franquia Skylanders (Skylanders: Imaginators) e essas duas aparições podem ser uma espécie de teste da Activision para saber se é hora de reviver o carismático e descolado personagem.

Sony: conheça o tenso game de zumbis e sobrevivência Days Gone


A Sony apresentou durante a conferência da empresa na E3 2016 o jogo Days Gone. O novo projeto da Bend Studios aparentemente se passa em um cenário pós-apocalíptico em que a vegetação começa a dominar novamente e ruínas da civilização servem de abrigo para os sobreviventes — algo já um pouco explorado em The Last of Us.
O protagonista é Deacon St. John, um motoqueiro solitário que investiga antigos acampamentos e, pelo trailer, parece ter perdido alguém importante no fim do mundo. Tristeza, saudade, solidão e perda são alguns sentimentos que devem estar bem presentes quando a ação não for o foco.
Além do trailer, um gameplay de 10 minutos foi publicado pelo canal da Sony no YouTube. Lá, vemos que animais selvagens e outros seres humanos são só algumas das ameaças: o grande perigo é uma horda de zumbis que sai de todos os lugares e não para de perseguir você, mais ou menos como uma versão diminuída do filme "Guerra Mundial Z".



Além disso, gambiarras podem ser facilmente arranjadas, como usar uma peça de carro como silenciador de revólver. Vemos também os combates corporais, que incluem desviar de mordidas e usar o cenário como arma.

Novo Xbox! AAAAH LOCA






AAAAAloooca, microsoft começa sua conferencia com tudo apresentando o novo Xbox One S, apresentando fonte interna, novo sistema 4k no blu-ray e seu modelo mais fino e também apresenta seu novo controle com textura, e sistema de bluetooth para jogar no pc




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