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A nova guerra das placas de vídeo vai começar, mas não como você esperava


Rcentemente, pudemos acompanhar o lançamento de algumas novas placas de vídeo que deixaram o mundo todo impressionado, prometendo levar os jogadores para novas realidades.
Essas promessas não são diferentes das que vimos em outros anos, já que as fabricantes desse segmento sempre foram muito boas com palavras que levam o jogador a imaginar uma coisa, quando, na prática, ele vai obter outra.
Com números mágicos que incluem taxas de frames elevadas, frases marcantes como “a era da resolução 4K chegou” e palavras como “desempenho irresponsável”, os anúncios mais recentes levaram os gamers novamente a sonhar com uma performance que ainda não se viu em computadores.
A NVIDIA deu a largada com duas monstras (a GTX 1080 e a GTX 1070) que prometem revolução em termos de qualidade gráfica, bem como na questão do consumo energético, graças a sua nova arquitetura inusitada, que se mostra revolucionária em vários sentidos.


Algum tempo depois, a Radeon também apresentou suas cartadas, com destaque para uma placa (a RX 480) com preço muito camarada que promete ser a porta de entrada para a realidade virtual, graças a suas novas tecnologias que prometem alto desempenho com baixo consumo.
Todavia, olhando de forma mais detalhada para os novos produtos, podemos perceber que as duas marcas parecem disputar de forma diferente. Tal posicionamento de cada fabricante é notável principalmente quando analisamos as categorias de cada produto.
Enquanto a GeForce GTX 1080 chega com poder absurdo e preço nas alturas, a RX 480 vem com valor tentador e poder suficiente para entregar experiência satisfatória. Afinal, o que está acontecendo nesse mercado? As duas gigantes resolveram focar em diferentes problemas? Neste artigo, vamos debater um pouco sobre os rumos dessa guerra.

Como funciona o mercado?
É preciso entender que as duas companhias disputam o mercado de forma distinta. Isso acontece em qualquer segmento do mundo. Ainda que estejamos falando de um mesmo tipo de consumidor, cada empresa tem seus produtos, suas estratégias, e elas nem sempre estão em posições similares.
No caso da AMD e da NVIDIA, considerando as marcas em suas grandezas, podemos verificar que ambas possuem portfólios variados, com produtos bem diferentes – a NVIDIA, por exemplo, foca em chips para dispositivos portáteis (como celulares e tablets), enquanto a AMD é a segunda maior fabricante de processadores (CPUs) para desktops.
Apesar de serem concorrentes, AMD e NVIDIA possuem portfólios variados, com produtos bem diferentes

Só essa questão supracitada já seria suficiente para verificarmos que elas possuem diferentes prioridades. Todavia, até quando falamos especificamente do mercado GPUs, podemos conferir que, vez ou outra, uma toma decisões específicas – às vezes, para tentar conseguir uma fatia maior nas vendas – que não vemos por parte da outra.
Por conta de diversos fatores — que incluem desde novas tecnologias até o lançamento dessas embutidas em novos produtos —, vimos as duas companhias mudando suas estratégias. Em determinada época, uma estava na frente em vendas, por isso podia apostar mais em alta performance, sem se importar com o volume. Contudo, o jogo sempre pode virar, e aí vemos a dança das cadeiras.


Como toda companhia, ambas buscam vender o máximo de produtos, visando ao lucro e levando cada vez mais inovação ao consumidor. É como um ciclo sem fim: melhores produtos levam a mais vendas, que levam a mais lucro, que garantem o desenvolvimento de melhores tecnologias, que geram melhores produtos, com mais vendas, mais lucro…
Assim, as duas fabricantes jogam de forma inteligente, observando sempre quais táticas dão certo, quais produtos estão vendendo bem, quais recursos mais interessam aos jogadores e até mesmo de que forma é possível chamar mais a atenção. No fim, cada ação de marketing, toda nova tecnologia, parcerias diferenciadas e até brindes fazem a diferença.
Mesmo sem lançamentos, as vendas podem aumentar com o reajustes de preços — e isso vale para os dois lados

O mercado de placas de vídeo apresenta variações constantemente, já que depende de uma série de fatores. Por exemplo: o lançamento de uma determinada placa de vídeo, vamos supor que fosse da NVIDIA, pode impulsionar as vendas da marca. Entretanto, em determinados mercados, pode ser que os números não subam, já que o comércio depende do dólar.
Em outras localidades, mesmo sem qualquer lançamento por parte de uma marca, supondo que estivéssemos falando da AMD, as vendas podem aumentar pelo simples fato de as lojas reajustarem os preços de forma que os valores caibam nos bolsos dos consumidores. Entretanto, os números também podem baixar por conta do lançamento da concorrente.

Como estão as vendas?
Bom, dito tudo isso, a gente chega ao atual estado do mercado de placas de vídeo. De um lado, temos a AMD com produtos revolucionários como a Radeon Fury X, a R9 Nano (talvez o projeto mais inovador da marca) e outras tantas opções que a colocam como uma excelente concorrente. Há modelos com preços para todos os gostos.
Do outro, temos a NVIDIA com um grande favoritismo por parte dos consumidores, algo comprovado pela maioria dos gamers no Steam que adotaram a GTX 970 como sua placa para jogos. A marca conta com uma série de modelos impressionantes, como a GTX 980 Ti, a GTX TITAN X e, mais recentemente, lançamentos como a GTX 1080 e a GTX 1070. A fabricante das GeForces também tem opções com valores para todos os bolsos.
O market share  indica que a situação tem sido preocupante para a AMD, que tem 23% das vendas em desktop

A disputa é acirrada, mas o market share (número que revela a participação das companhias no mercado) indica que a situação tem sido bem mais preocupante para a AMD. A empresa que, em outros tempos, já representou muito perigo para a NVIDIA, se vê ameaçada com a concorrente dominando com folga nas vendas.
No quarto trimestre fiscal do ano passado, a AMD tinha apenas 20% do market share de placas de vídeo para desktops, o que significa que a NVIDIA tinha quase 80% das vendas. Quanto ao mercado de chips gráficos para notebooks, a AMD forneceu componentes para 31% dos dispositivos, de modo que a NVIDIA estava em quase 70% dos produtos.


Agora, no começo de 2016, a NVIDIA tinha 77% — uma queda de apenas 3% — do mercado de placas de vídeo para desktop, enquanto a AMD corria atrás com quase 23% das vendas — tomando o percentual da concorrente. No setor de notebooks, a NVIDIA também viu as vendas reduzirem para 61% — decréscimo de quase 8% —, de modo que a AMD tinha aproximadamente 39% — mostrando bom crescimento.
Apesar de os números jogarem a favor da NVIDIA, os resultados recentes comprovam que a AMD pode ter uma reviravolta se fizer as jogadas certas. É claro que nem sempre é fácil prever o comportamento do consumidor e as variantes do mercado; porém, pode ser que, num futuro breve, as duas empresas disputem de forma mais semelhante nesses segmentos.

NVIDIA aposta em marketing e alto desempenho
A atual situação da NVIDIA possibilita que ela mantenha a estratégia que vem adotando nos últimos anos. Funciona mais ou menos assim. Em um período que pode levar até dois ou três anos, a fabricante desenvolve novas arquiteturas que serão utilizadas no futuro, ou seja, uma placa lançada em 2016 começou, na verdade, a ser planejada lá em 2013.
Esse longo período de desenvolvimento garante que a empresa tenha tempo de planejar cuidadosamente cada detalhe do produto. Paralelamente, a companhia acompanha os movimentos da concorrente, realizando mudanças em seu planejamento caso veja a necessidade de levar uma tecnologia mais inovadora ao consumidor.
A NVIDIA segue um cronograma inteligente e libera produtos robustos para quem busca o máximo em desempenho

Com todo esse projeto de longa duração e levando em conta a grande quantidade de verba, a NVIDIA pode, paralelamente a cada movimento, preparar estratégias de marketing para garantir que o consumidor saiba de todo o processo de desenvolvimento e entenda quais benefícios ele terá com um determinado produto.
Além dessa estratégia, a NVIDIA, aproveitando sua verba e equipe de especialistas, faz parcerias com vários estúdios para melhorar o desempenho dos games em seus produtos. Resultado: o jogador sempre obtém uma boa experiência com os itens da marca.


Assim, todos os anos (ou quase todos), a NVIDIA segue um cronograma bem inteligente e libera novos produtos para o consumidor que busca o máximo em desempenho. No início do ano, a marca costuma lançar uma placa top de linha (geralmente da série 80, como a GTX 980).
Depois, ela libera uma derivada, ainda de alta performance, como a GTX 970. Na sequência, a marca solta uma intermediária, como a GTX 960. Por fim, vem a mais básica, que é da série 50, como a GTX 950. Nesse meio-tempo, a marca pode lançar outras placas, inclusive modelos mais robustos, como a GTX 980 Ti e a GTX TITAN X.
A GTX 1080 é uma top de linha, que tem preço elevado, mas que leva o melhor desempenho para o jogador

Neste ano, a companhia não agiu diferente e começou o ano com um grande lançamento: a GeForce GTX 1080. A placa em questão é uma top de linha que traz a arquitetura Pascal, levou um bom tempo para ficar pronta e custou bilhões de dólares. Ela é o que há de mais robusto no mercado, sendo o exemplo do poder da NVIDIA para o mundo.
Em seguida, pudemos conhecer a GTX 1070, que chega com promessas de vender muito (tal como foi com a GTX 970) ao levar altíssimo desempenho com preço acessível. No futuro, devemos ter a GTX 1060 (talvez a concorrente da RX 480, da Radeon) e a GTX 1050.

AMD visa ao grande volume com produtos econômicos
Ao longo dos últimos anos, percebemos que a AMD seguiu um cronograma muito parecido com o da NVIDIA. A marca responsável pelas placas Radeon também trabalha durante anos no desenvolvimento de suas arquiteturas e acompanha os movimentos do mercado para planejar seus produtos.
O mesmo esquema de lançamento com produtos mais robustos no começo do ano e derivados (com GPUs intermediárias e mais básicas) ao longo dos meses é notável na forma de trabalho da AMD. Só que, de uns tempos para cá, a companhia mudou um pouco as estratégias, tanto que a Radeon Fury X saiu um pouco depois da GTX 980 Ti.
A AMD agora quer recuperar market share, por isso ela está focando num público muito maior

Paralelamente à redução de market share, a AMD se viu obrigada a mudar seu sistema de negócios e criou o Radeon Software Group, que se dedica exclusivamente às placas de vídeo. Com essa reestruturação, a marca pretende levar mais inovação ao consumidor, sem ter que necessariamente apresentar uma placa tão poderosa todos os anos.
A mudança é notável já neste ano, quando, em vez de trazer a tão prometida Vega com HBM2, a marca resolveu apostar em uma placa de vídeo mais econômica e eficiente: a Polaris. Conhecida hoje como Radeon RX 480, a fabricante pretende levá-la a um público muito maior, que está sedento para experimentar a realidade virtual.


Por apenas 200 dólares, o jogador pode adquirir uma placa que dá conta do recado em Full HD e que vem com tecnologias prontas para o futuro. A ideia da AMD agora é recuperar o market share, por isso a companhia está focando num público muito maior.
De todos os jogadores no mundo, apenas uma pequena porcentagem (algo entre 10 e 15%) pode comprar uma placa como a GTX 1080. Assim, a AMD foca nos 85% que querem ter alta qualidade, mas não contam com tanta grana para isso. A RX 480 vem para ser essa placa e muda completamente a forma como a fabricante trabalha no mercado de chips gráficos.
Por 200 dólares, o jogador pode ter uma placa pronta para a Realidade Virtual e para o futuro 

Junto com essa placa, a AMD vai lançar a RX 470 e a RX 460, que vão ser ainda mais baratas e oferecer níveis de performance diferenciados para consumidores que querem jogar sem gastar muita energia. Inclusive, esses chips devem ser levados para notebooks, o que pode aumentar a representatividade da Radeon em outro segmento.

Como vai acabar essa guerra?
Na verdade, a guerra das placas de vídeo não deve acabar tão cedo — aliás, talvez nunca. Ainda que a AMD esteja com algumas dificuldades para recuperar mercado, a marca tem muita representatividade nos desktops. Mesmo que 20% pareça algo preocupante, esse número ainda é suficiente para continuar representando alguma concorrência para a NVIDIA.
Não só isso. A AMD também é sinal de preocupação por trazer novas tecnologias acessíveis ao consumidor. A marca desenvolveu, ao longo dos últimos anos, novidades como o Mantle, o FreeSync e o HBM, todas acessíveis a uma parcela menor de jogadores, mas padrões que estão revolucionando o mercado.
É importante notar ainda que, do ponto de vista de tecnologia, a AMD não deve em nada aos concorrentes, uma vez que tem grandes parcerias e domina no segmento dos consoles. Claro, a marca tem se mostrado muito preocupada com tudo isso, tanto que vem se coçando para desenvolver novos produtos que agradem aos gamers, mas ela está bem viva.
Obviamente, não estamos desmerecendo a NVIDIA. A marca GeForce está onde está porque leva altíssima tecnologia ao jogador, que vê muitas vantagens nos produtos e acaba apostando nos dispositivos da fabricante. Todavia, como estamos falando de uma guerra, a companhia precisa continuar atenta para não perder market share nem o interesse do consumidor.
No fim das contas, a guerra de placas de vídeo está um pouco diferente neste ano. As armas são um tanto distintas, as táticas podem ter algumas alterações, mas os protagonistas são os mesmos. Ainda bem que temos essa concorrência, pois somente com inovação dos dois lados podemos ter melhores perspectivas para o futuro dos games.

Novo robô-cirurgião pode substituir humanos em procedimentos complexos


Se alguma vez você ou um de seus entes queridos passou por uma cirurgia das sérias, então provavelmente sabe como esse tipo de ocasião pode ser angustiante. Mesmo quando o objetivo do procedimento é atingido com sucesso, sempre há o risco de que complicações imprevistas e falhas no pós-operatório aconteçam e tenham consequências graves. Muitas vezes, problemas do tipo são causados por erros humanos, mas esse fator pode estar perto de ser eliminado.
As chances de sucesso de uma operação dependem pesadamente das habilidades e experiência dos médicos envolvidos, que costumam passar por anos quase incontáveis de estudo e um treinamento prático árduo antes de exercer a profissão. Mesmo assim, lidar com vidas humanas é algo que pode ser muito estressante para os cirurgiões o que eventualmente pode levar a erros. Pensando nisso, um grupo de pesquisadores diz ter encontrado a solução: robôs.


A equipe de estudiosos, que conta cirurgiões atuantes, desenvolveu um robô capaz de realizar todos os procedimentos que um humano teria que realizar durante uma operação, mas com menos chances de acidentes.  Chamado de Robô Autonômico Supervisionado (“Supervised Autonomic Robot”, em inglês) e apelidado de STAR, o aparelho apresenta vantagens sobre seus predecessores mecanizados por ter capacidade de operar em tecidos macios dentro do corpo de pacientes.
Como funciona?
Descrita em um artigo publicado recentemente, a máquina foi testada com procedimentos em intestinos de porcos. De acordo com os pesquisadores envolvidos, os resultados cirúrgicos do STAR “foram mais consistentes e tiveram menos enganos” do que os dos seus próprios criadores. “O resultado, para nossa surpresa, foi não só comparável, mas melhor”, afirmou um dos membros da equipe, o cirurgião geral e torácico Peter Kim.
No lado físico, o robô consiste basicamente de um braço móvel equipado com uma ferramenta para cirurgias, um sensor de força capaz de determinar quanta pressão aplicar em cada local e um sistema de visão para que saiba onde fazer cortes e outras ações necessárias. O mais importante, no entanto, é o “cérebro” do STAR, constituído por um algoritmo baseado nas melhores técnicas já desenvolvidas para a realização de operações médicas.


Interagindo com o sistema de imagens tridimensionais da máquina, o software usa capacidades de posicionamento com precisão de menos de um milímetro para mirar em locais estreitos e fazer cortes sem erros. Depois disso, o robô é capaz de criar um plano para fazer suturas usando a força e profundidade de perfuração certeiras.

Menos erros, menos mortes
Como o STAR se baseia nas técnicas mais avançadas e é capaz de realizar os procedimentos sempre da mesma forma, ele já sai na frente de cirurgiões que ainda não tenham muita experiência ou que estejam com seu conhecimento desatualizado. Além disso, o robô nunca se esquece dos requisitos básicos e é incapaz de se distrair, apresentando resultados muito mais consistentes do que os de seres humanos.
“Às vezes, lembrar de fazer 19 coisas de uma lista de 20 não é bom o bastante. Você precisa estar atento a tudo”, explica Kim. Estatísticas mostram que, somente no ano de 2009, complicações cirúrgicas resultaram na morte de 80 em cada 100 mil cidadãos norte-americanos. De acordo com os pesquisadores, a utilização de um robô como o STAR poderia reduzir muito esse número.


Questionado se criar esse tipo de aparelho não poderia eventualmente acabar com os empregos de profissionais como ele mesmo, Peter Kim não demonstra preocupação. “O objetivo ideal não é substituir cirurgiões, mas das a eles as ferramentas com as quais podem trabalhar para aumentar suas capacidades. Como um médico, por que eu não desejaria algo assim? Por que não abriria mão de um pouco do controle para que o resultado seja melhor?”, conclui.

Novo rumor reforça o fim da entrada para fones nos iPhone 7 e 7 Plus


Os rumores acerca do design do iPhone 7 e do iPhone 7 Plus não param e, desta vez, um veículo de maior renome publicou novas informaçoes sobre os dispositivos. De acordo com o The Wall Street Journal, as mudanças no visual dos dois smartphones em relação à geração atual serão "sutis". Os tamanhos de tela (4,7" e 5,5") seriam mantidos.
Assim, a grande alteração ficaria por conta da ausência da entrada tradicional de 3,5 mm usada para fones de ouvido. A Apple teria optado por essa alteração por dois motivos: para deixar o aparelho com melhor índice de impermeabilidade (um dos grandes pontos positivos do Galaxy S7) e ainda mais fino.
A entrada Lightning, atualmente usada para transferência de dados e recarga, também seria utilizada para ligar fones de ouvido. Há uma especulação de que um acessório Lightning-para-3,5mm seja revelado junto com os iPhones e até apareça na caixa dos smartphones, mas ainda não é possível confirmar isso.

Mais mudanças?
A publicação teria ouvido fontes ligadas a um engenheiro chinês que trabalha diretamente com as fornecedoras da Apple. Ele questionou a empresa a respeito da falta de novidades no visual do smartphone e recebeu a resposta de que as novas tecnologias em fase de implementação ainda levarão algum tempo para ficar prontas.

O mistério das câmeras
O site chinês CNBeta ainda publicou uma foto do que seria a carcaça traseira do iPhone 7 Plus. Ele conta com um espaço para dois sensores de câmera, justamente um dos rumores do que seria o grande diferencial do dispositivo.


Além disso, circula a informação de que o modelo de tela maior contará com 3.500 mAh de capacidade de bateria, um aumento considerável em relação aos 2.750 mAh do iPhone 6s Plus.
Porém, não dá para confiar nessa imagem ainda: o site WCCTech notou a ausência do Smart Connector no aparelho. Caso você não se lembre, são aqueles pinos magnéticos que ligam o dispositivo a um acessório — como acontece com o iPad Pro e o Smart Keyboard.


Os novos iPhones devem ser revelados apenas em setembro de 2016. Fique ligado no 4K Gamer para mais novidades.

Cartada da Microsoft pode tirar sony e seu ps4 de jogada


Muitos usuários estão em pânico com a chegada do próximo console da Microsoft, o Project Scorpio. Para muitos, inclusive alguns Youtubers famosos e algumas personalidade marcantes do mundo dos games, este seria um mal negócio, pois tornaria os consoles obsoletos em pouquíssimos anos.

Cliff Bleszinski, conhecido como criador de Gears of War, atacou duramente esta prática ao dizer e chegou a citar o fracasso do Sega 32x e Mega CD.

Será que você terá que realmente que comprar um console a cada 2 ou 3 anos? Bem, hoje vamos resolver essa história. Esqueça o que outras empresas dos games já fizeram, esqueça da Nintendo, Sega ou qualquer outra. O que a Microsoft está fazendo é algo totalmente inédito, e que nem a Google ou a Apple conseguiram.

Se você pensar de forma limitada, fechada e focada apenas no mundo dos games, achará que o caminho que está sendo trilhado pela Microsoft é tolice. Contudo, ao final desta matéria, você verá que o plano é genial.

Windows 10 é o senhor de tudo

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Está vendo esta foto acima? (Uma família de produtos/uma plataforma/uma loja). A Microsoft divulgou esta imagem no anúncio do Windows 10 para o público. Percebam, a empresa já dizia "única loja".

Você certamente deve achar a Windows Store fraca, afinal, são poucos jogos de peso e eles nem sempre oferecem um bom despenho. Você deve sonhar com a Steam em seu console para aproveitar todo o vasto legado de games que só o Windows pode oferecer. Bem, prepare-se que isso pode mudar.

A Microsoft demorou 20 anos para unificar tudo em uma loja, o Ars Technia chegou a criar uma matéria falando sobre isso e que foi até elogiada pela Microsoft. A ideia geral é fazer com que um único aplicativo ou jogo rode em tudo. Dessa forma, os desenvolvedores criariam um jogo que poderia rodar em smartphones, Hololens, PCs, tablets e consoles. O nome disso é Plataforma Universal do Windows, ou para os íntimos UWP.

Lembra dos arquivos .EXE? Estes estão em processo de despedida, o novo padrão é UWP. Os jogos como Forza Horizon 3 e Gears Of War 4 são "jogos universais" ou melhor UWP, assim como Quantum Break.

Todos os jogos UWP da Microsoft disponíveis na Windows Store não passam de "versões betas" para o aprimoramento da Plataforma Universal. Percebam, o público reclamou bastante de alguns desse games quanto ao desempenh, entre outros problemas como o bloqueio de FPS. A Microsoft quer corrigir isso, e fazer muito mais.

Em suma, adeus EXE e Olá UWP! Ainda lembre-se que um apps ou jogo UWP poderá rodar em tudo que tiver Windows 10. Ok?

Projeto Centennial

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Este projeto foi demonstrado por Phil Spencer na BUILD 2016, evento voltado ao desenvolvedores. Ele visa "converter" programas tradicionais do desktop para a Windows Store. Spencer demonstrou isso aqui (vídeo).

Só a partir da atualização Anniversary, que será lançada no próximo mês para comemorar um ano de lançamento do Windows 10, é que veremos um bom número jogos encontrados na Steam. Pois fazer essa "conversão" será mais simples com este projeto.

Sem a Anniversary, a Windows Store não pode ofertar aquela grande quantidade de games que a Steam possui, pois o Projeto Centennial precisa dessa atualização para funcionar.

A Anniversary chegará para smartphones, PCs, tablets e Xbox One!

Windows Store no Xbox One

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Como a Windows Store chegará provavelmente no próximo mês, com uma loja unificada, será possível rodar UWP no Xbox One, e isso incluí os jogos que estão neste formado, como Gears of War 4 e Forza Horizon 3.

Neste caso, o Xbox não estará rodando mais jogos criados para o console, mas sim para o Windows 10. É unificado. Se existisse um celular que atendesse essas especificações e que rodasse Windows 10, certamente seria possível jogar Gears of War 4 na fila do banco.

É uma loja só, e um aplicativo ou jogo para tudo! Repito, Xbox rodará jogos UWP do Windows 10!

Xbox virou PC?

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Sim, e os PCs viraram consoles para a Microsoft. Essa é a mágica da unificação. Ainda não temos certeza se os jogos convertidos pelo Projeto Centennial rodarão no Xbox One. Aliás, a comunidade seguidora do Windows estava esperando que Spencer tivesse anunciado justamente isso na E3 e não o Projeto Scorpio.

Agora é fácil entender o cross-play e o cross-buy. É o mesmo jogo que rodará no PC e no Xbox One. É por isso que você pagará apenas uma vez por ele. O desenvolvedor só teve um trabalho, então cobrará um preço.

No Windows 10 é assim, um jogo criado para smartphone e que tenha o selo "Criado para Windows 10" na Windows Store, tem cross-buy. Não é uma faculdade(opção) do desenvolvedor! É o mesmo jogo, a desenvolvedora não pode cobrar duas vezes!

Project Scorpio e o fim das gerações!

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Aqui temos uma vitória que mudará para sempre o mercado dos games. Lembram que o Xbox agora roda jogos criados especificamente para o Windows 10? (como esquecer?). Lembram ainda que um UWP pode funcionar em qualquer dispositivo com Windows 10, até mesmo celulares (respeitando as especificações de hardware, claro) ? Então…

Quando a Microsoft passou do Xbox 360 para o Xbox One, a empresa iniciou um batalha para fazer com que os usuários trocassem do console mais antigo para o novo, e isso claro que gerou gastos. O início da geração foi um pesadelo. Será que ela não preferia ter ficado com os mais de 80 milhões de usuários do 360 para sempre? Será que ela quer novas gerações a cada 2 ou 3 anos para correr o risco de perder usuários? Não seja tão inocente.

O problema foi o seguinte, criar um jogo para Xbox One e portá-lo para o Xbox 360 gera custo, e que muitas vezes não é recompensado. Entretanto, com a chegada do UWP isso acabará. Um jogo feito para o Projeto Scorpio já estará pronto para o PC, Xbox One S, Xbox One e até mesmo para um celular – a depender da complexidade do game, obviamente.

Quando a Microsoft disse que o Projeto Scorpio não teria exclusivos, este é o motivo. Na verdade, Scorpio rodará games do Windows 10 (UWP)- Como ele terá exclusivos? Isso também explica a razão dos novos exclusivos do Xbox irem para o Windows 10. Na verdade, os jogos são do Windows 10 e não mais do Xbox.

Sony e Valve nesta história

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Sinceramente, esperávamos que a Microsoft entrasse em uma disputa direta com a Steam, inclusive parece que até a própria Valve achou isso. As Steam Machines pareciam tentativa de se livrar da dependência do Windows (recorde que a Steam é líder absoluto em games para PCs e a Valve não ganharia com o hardware das Steam Machines…). Quem não lembra quando a Valve atacou o Windows 8, sistema que "coincidentemente" deu início à Windows Store?

Para piorar, um jogo criado para Xbox One em UWP já está pronto para o PC, certo? A Valve não trabalha com UWP. Desse modo, as empresas teriam que portar do UWP para o formato tradicional (EXE) e só assim ser compatível com a Steam. Isso a longo prazo poderia representar a morte de outras lojas, e o monopólio da Microsoft no mundo dos games.

Felizmente, já foi dito que UWP é uma plataforma aberta, e que outras lojas poderão comercializá-los. E é ainda onde a Steam entra. A Microsoft sabe que a Valve sabe vender jogo, é bem provável que a empresa coloque jogos UWP na Steam no futuro para forçar as pessoas a atualizarem para o Windows 10.

Se a Steam adotar UWP, será uma grande vitória para Microsoft e Windows 10, e provavelmente é por isso que a Microsoft quer colocar alguns jogos próprios na Steam. Outra vitória é ver a Windows Store crescer. Será bom ver as duas lojas cooperando, mas a melhor parte será quando elas competirem – principalmente nos preços!

Pode demorar, ou não, mas chegará um ponto que todo jogo para PC estará pronto para ser rodado no Xbox. Depois disso tudo, ainda é preciso explicar que isso pode gerar "dores de cabeça" para a Sony? É provável que a Sony se torne uma Nintendo e sobreviva graças as seus exclusivos. Ela não poderá fracassar, pois se perder muitos usuários pode se tornar irrelevante.

Por outro lado, o Xbox rodará jogos do Windows 10 (UWP). Se a Microsoft vender apenas meia dúzia de consoles, terá jogos, pois não existirá mais jogos de Xbox, apenas jogos UWP.

Contudo, esperamos que qualidade dos jogos da Sony suportem uma a unificação dos dispositivos Windows. Percebam, alguns jogos exclusivos do PlayStation 4 vão para o PC, mas o PC e o Xbox tendem a ser equivalentes… E agora?

Além disso, o desenvolvedor cria um único jogo que rodará em consoles (Xbox One, Xbox One S e Project Scorpio) e PCs, um único trabalho, logo tende a ter preços mais competitivos na Windows Store do que na PSN.

Quem não conhece amigos que jogam no PC? Cross-play e cross-buy certamente irão contar muito nessas horas. A Sony vai precisar de muitos "Uncharted’s" se a Microsoft conseguir alcançar seu objeto.

No mais, usuários do Xbox, sejam bem-vindos ao Windows! Ao fim das gerações! À Plataforma Universal!


Galaxy S8 deve ter sistema duplo de câmeras e tela com resolução 4K


Mesmo que o Galaxy S7 seja um produto bastante elogiado tanto pelo público quanto pela crítica especializada, a Samsung quer apostar em uma fórmula ligeiramente diferente em seu sucessor. Rumores vindos de uma fonte chinesa indicam que o Galaxy S8 deve incorporar um sistema duplo de câmeras para permitir um registro ainda melhor de fotografias.
A solução, semelhante a adotada por fabricantes como a LG, deve permitir que o smartphone registre imagens melhores em ambientes mal iluminados e possibilite composições com mais profundidade. Além disso, a possibilidade de alternar entre duas câmeras vai dar ao consumidor uma maior adaptabilidade a diferentes situações.


A Samsung também deve apostar no oferecimento de um display com uma resolução 4K como forma de conquistar os consumidores interessados na realidade virtual e que dispõe do Gear VR. No entanto, ainda não está claro como a fabricante vai compensar o fato de que essa tecnologia é conhecida por usar uma quantidade considerável de energia.
Até o momento não há informações quanto ao hardware do dispositivo, mas há fortes indícios de que ele deve usar o Snapdragon 830 fabricado em um processo FinFET de 10 nanômetros. Caso a companhia mantenha sua tradição, determinados mercados devem receber uma versão do gadget com uma nova geração do chipset Exynos.

Fotos apontam que iPhone 7 é dual-SIM e tem entrada para fones


Uma nova semana começando significa uma nova rodada de rumores a respeito do iPhone 7, próximo grande lançamento da Apple na área de celulares. E, desta vez, as especulações estão acompanhadas por fotos e trazem revoluções no dispositivo da empresa.
Segundo a Rock Fix, que é uma loja de reparos da China, o iPhone 7 será o primeiro celular da empresa a ser dual-SIM, ou seja, suportar dois chips telefônicos ao mesmo tempo. A medida, caso seja mesmo verdadeira, deve ser comemorada por brasileiros, chineses, indianos e consumidores de várias outras partes do mundo em que esse recurso é popular.
O responsável pelo vazamento postou na rede social Weibo uma série de fotos que seriam dos componentes internos do smartphone. Nelas, podemos identificar também o conector Lightning acompanhado da entrada de 3,5 mm para fones de ouvido — sendo que os primeiros rumores a respeito do iPhone 7 já diziam que a empresa eliminaria essa entrada, fazendo com que os headphones fossem ligados ao aparelho só via Bluetooth ou usando o próprio Lightning.


É possível notar ainda que os painéis de tela possuem dois tamanhos diferentes (indicando a continuidade do lançamento de uma versão tradicional e outra Plus do iPhone) e que há chips de armazenamento inerno da SanDisk com incríveis 256 GB. 

E a câmera de duas lentes?
As imagens também mostram o esquema de duas câmeras traseiras, um dos mecanismos previstos para o iPhone 7 Plus. Um rumor da semana passada indicava que a Apple teria desistido dessa tecnologia por problemas técnicos, mas um outro usuários, que seria membro da Foxconn, desmentiu a informação na própria rede social chinesa. Caso siga os cronogramas dos anos anteriores, o iPhone 7 deve ser apresentado na segunda metade de setembro.

Kilo-core: pesquisadores criam o primeiro processador com 1.000 núcleos


Dual-core, quad-core, octa-cora, deca-cora... Você provavelmente já deve ter visto esses termos ao verificar a especificação técnica de um processador, portanto não é algo tão surpreendente assim. Muito ainda sabem exatamente o que significam: dual-core é igual a dois núcleos; quad-core é igual a quatro núcleos; octa-core é igual a oito núcleos; deca-core é igual a dez núcleos, e assim por diante. Porém, o que você está prestes a conhecer ultrapassa todos os limites do imaginável: uma CPU com impressionantes mil núcleos.
Desenvolvido pela UC Davis, o primeiro processador Kilo-core é um componente capaz de lidar com qualquer atividade que exija tarefas simultâneas. A CPU com mil núcleos é capaz de trabalhar facilmente com encriptação, tratamento de grande quantidade de dados científicos, codificação de vídeos e outras atividades que exijam muito processamento de informações.

Porém, a performance não é o único destaque desse processador. Graças a sua habilidade de desligar cada um dos núcleos individualmente, o chip é capaz de lidar com 115 bilhões de instruções por segundo consumindo apenas 0,7 W de potência. Para entender a eficiência energética, os pesquisadores afirmam que bastaria duas pilhas AA para abastecer o conjunto.
Bevan Baas, professor de elétrica e engenharia da computação se orgulha da criação da UC Davis: "Para o melhor do nosso conhecimento, esse é o primeiro chip de 1000 núcleos do mundo e é o processador com o clock mais alto já projetado em uma universidade". Essa CPU Kilo-core possui um poder computacional máximo de 1,78 trilhões de instruções por segundo e contém 621 milhões de transistores.


Longe da realidade
Embora surpreendente, é improvável que esse processador Kilo-core comece a ser produzido em massa nos próximos meses. Criado em parceria com a IBM, o chip foi fabricado com base em um processo relativamente antigo para a indústria, utilizando os 32 nanômetros de litografia.
Hoje, os processadores mais modernos já utilizam o processo de fabricação de 14 nanômetros, o que mostra que essa CPU de mil núcleos ainda tem um longo caminho para alcançar os chips mais modernos. Entretanto, agora sabemos que os nossos dispositivos ainda estão muito longe de alcançar o limite de núcleos que é possível adicionar a um chip.

Chineses entram na corrida pelo transplante de cabeça em humanos


Você já deve ter ouvido falar a respeito de um controverso médico italiano chamado Sergio Canavero, um cara que pretende realizar o primeiro transplante de cabeça em humanos do mundo, certo? Segundo explicamos anteriormente aqui no Mega Curioso, o cirurgião quer conduzir o procedimento em dezembro de 2017, e a intervenção envolverá resfriar os corpos do doador e do paciente que receberá o transplante.
Depois, os tecidos na região do pescoço de ambos serão dissecados, as duas cabeças cortadas e a que pertence ao paciente será posicionada no corpo do doador. Então, as artérias, os vasos sanguíneos e demais estruturas serão interligadas, e a parte mais inovadora da cirurgia, ou seja, a união das medulas, ocorrerá por meio do uso de uma substância chamada polietilenoglicol, que deve promover a fusão das terminações nervosas.


Por último, o paciente deverá permanecer em coma induzido por um período de cerca de um mês e, durante esse tempo, eletrodos que serão implantados no corpo do transplantado estimularão a medula através de descargas elétricas.
Chinês na jogada
Agora, de acordo com Tom Hale, do portal IFLScience, o médico chinês Ren Xiaoping disse que também pretende realizar o procedimento e que inclusive já está reunindo um time de cirurgiões para assisti-lo durante a complexa intervenção. Conforme explicou, ele está ajustando os detalhes de como a operação será conduzida e disse que ela ocorrerá quando todos estiverem prontos.


Até onde se sabe, o protocolo que o chinês pretende seguir é semelhante ao do cirurgião italiano, e foi Xiaoping quem conduziu o transplante experimental com um macaco no início do ano. Aparentemente, a cirurgia foi um sucesso, já que, segundo foi divulgado, o animal não só sobreviveu ao procedimento, como não teria sofrido qualquer lesão neurológica — mas foi sacrificado por razões éticas 20 horas depois.
De acordo com Didi Kirsten Tatlow, do The New York Times, Xiaoping, que no momento atua na Universidade de Medicina de Harbin, na China, passou 16 anos nos EUA e fez parte do time de cirurgiões que conduziu o primeiro transplante de mãos nos Estados Unidos. O chinês virou manchete no ano passado por realizar milhares de transplantes de cabeça em ratinhos (veja imagem a seguir) e revelou que já está praticando o procedimento em cadáveres humanos.


O anúncio do chinês gerou uma avalanche de críticas — e de interesse também, e um número não divulgado de chineses já teria se voluntariado para servir de cobaia na cirurgia. Um dos interessados seria Wang Huanming, de 62 anos de idade, que teria o corpo completamente paralisado do pescoço para baixo há seis anos.
Desafios
Os dois cirurgiões garantem que o transplante de cabeça tem como propósito ajudar pacientes com doenças degenerativas graves ou que foram desenganados pela Ciência para que eles possam ter suas vidas prolongadas — ao ter suas cabeças transplantadas para corpos saudáveis. No entantom desconsiderando a interminável lista de questões éticas associadas ao procedimento, quais são os principais desafios que a cirurgia apresenta?


Segundo Erin Brodwin, do portal Business Insider, para começar, as cabeças não permanecem vivas após serem cortadas. Veja, em qualquer transplante, que o tecido doado deve ser mantido vivo até ser colocado no corpo do recipiente. O problema é que, assim que um órgão é removido do organismo do doador, ele começa a morrer.
Para frear esse processo, os médicos resfriam os tecidos por meio de uma solução salina gelada para reduzir a energia que as células precisam para continuar ativas e frear a morte celular. No caso dos rins, esse método permite que eles sejam preservados por até 48 horas, enquanto um fígado pode ser mantido por cerca de 24 horas e um coração, entre cinco e 10 horas.
Entretanto, a cabeça humana guarda vários órgãos, como orelhas, nariz, boca, pele etc., além de dois sistemas glandulares, ou seja, o salivar, responsável por produzir saliva, e o pituitário, que controla os hormônios que circulam pelo organismo. Sem falar no cérebro, que é o centro de controle do corpo humano.
Mais desafios
Digamos que os cirurgiões consigam manter as cabeças vivas por tempo suficiente para realizar o transplante. Outro desafio seria a possibilidade — forte — de rejeição. Se os pacientes que receberam um único órgão sofrem esse risco, imagine um que receba um corpo inteirinho! E ainda existe a questão do tempo de duração da cirurgia propriamente dita.


O processo inteiro — de dissecar os pescoços de doador e paciente, separar veias, vasos, artérias, nervos, músculos, medula e demais estruturas e interligar tudo isso depois — deve ser feito em menos de uma hora. Isso mesmo, tudo precisa ser realizado em um período inferior a 60 minutos! Sem falar na questão da fusão da medula espinhal, que é a etapa mais complicada da já incrivelmente complicada cirurgia.
Se a conexão não acontecer, o cérebro e o novo corpo basicamente não poderão se comunicar, e os médicos estão apostando que tudo vai correr como planejado. Ademais, considerando que a fusão da medula dê certo, o transplantado deverá permanecer em coma por cerca de um mês, e isso também é um problema, pois os comas induzidos frequentemente resultam em infecções, surgimento de tromboses e atividade cerebral reduzida.


Não vai ser fácil
Ah! E tem mais um desafiozinho: antes de o transplante poder ser realizado em humanos, ele deverá ser conduzido extensivamente em animais — e convencer o painel ético responsável a aprovar uma operação desse nível (e que envolve um alto risco e grau de crueldade com os bichinhos) não será uma tarefa nada fácil. Sendo assim, a não ser que a cirurgia seja feita por conta, o que não é legal, estamos a décadas de distância de ver uma delas acontecendo de verdade.










Microsoft e Sony brilham nas conferências e expõem pensamentos diferentes


A E3 2016 começou. Sony e Microsoft, as duas gigantes mais participativas do evento em termos de conferência e substancialidade de conteúdo, mostraram garras e dentes para se destacar num mercado que, apesar de acirrado, se mostra bastante dividido – algo que ficou exposto na diferença de filosofia entre as duas empresas.
É até possível comparar as concorrentes no pensamento apolíneo-dionisíaco da mitologia grega, isto é, “razão e emoção”. De um lado, temos Apolo: a razão, o “pé no chão”, o protocolo seguido à risca de forma competente, com ritmo bom e agradável, correto. Essa é a Microsoft. Do outro lado, temos a emoção, vista também como “loucura” (no bom sentido), a ousadia de mostrar coisas fantásticas com orquestra ao vivo, a capacidade de envolver o espectador e tocá-lo no coração, mexendo, assim, com o emocional. Esse é o mérito da Sony.
Cada uma tem seus prós e contras. O mérito está igual para cada lado com essa reflexão. De um lado, temos Microsoft, que soube se modernizar e apresentou produtos promissores, a maioria com data de lançamento, pé no chão, firme, console novo, Slim, logo de cara, uma consistente linha de jogos, melhorias em serviços da Xbox Live, como a adição de clubes e a busca otimizada por jogadores, os controles personalizados, enfim, prato cheio para os fãs.


De outro lado, temos a Sony, que tratou de não gastar mais que 5 minutos somando a fala de TODOS os executivos. Quase ninguém apareceu no palco para falar e, quando isso aconteceu, não durou mais que dois minutos. Foi um Andrew House aqui, umas palavrinhas de Kojima ali e pronto. Mas o fator tocante marcou a conferência: jogos, jogos, jogos e mais jogos. Um atrás do outro, só teaser na cara, promessas mirabolantes, ousadas, a maioria sem datas. Já notaram a diferença? Vamos refletir um pouco mais.

Competição sadia: cada empresa segue o próprio caminho
Quando dizemos que a competição é “sadia”, é claro que nos referimos ao fato de que, bem, óbvio que uma empresa observa a outra com papel e lápis na mão para desviar trajetórias, adotar estratégias e analisar táticas para avançar no mercado. Quem ganha com isso somos nós, consumidores, pois a tendência é que cada empresa se esforce muito para entregar produtos e serviços melhores.
No caso de Sony e Microsoft – e, na verdade, na história dos games em geral –, isso fica evidente de um jeito, digamos, “peculiar”. Diferentemente dos anos anteriores, quando muitos dizem que “os executivos mudaram os slides de última hora” por causa de um anúncio inesperado da concorrente, nesta edição o ar está diferente. Phil Spencer, por exemplo, sempre disse que é sadio, sim, competir no mercado, mas também sempre ressaltou que deseja oferecer a melhor experiência num console à sua maneira, buscando entregar recursos únicos para quem tem um Xbox One, independentemente do número de vendas do aparelho ou da integração absoluta com o PC.

A Sony, por sua vez, também está despreocupada com isso. Naturalmente, ela está numa posição confortável porque o seu video game nada em rios de dinheiro. E isso incomoda a Microsoft? Não. O Xbox One está aí, firme e forte, com mais de 20 milhões de unidades vendidas – caramba, isso é muita coisa para sustentar uma plataforma –, com serviços e funções que não param de nascer no console. Ela também nada em rios de dinheiro com a marca Xbox. Quer agradar os donos do aparelho e pronto, sem se preocupar se está em segundo lugar, em terceiro, em quarto. Ela está no mercado e ponto final.
E isso, sim, ficou ainda mais evidente nas conferências. A Microsoft preferiu apostar em algo mais concreto do que ousar no abstrato, que foi a abordagem da Sony. Logo de cara, Phil Spencer mostra o Xbox S, uma versão Slim 40% menor que o One convencional, com suporte a vídeos em 4K e preço de US$ 299, lançamento agendado para agosto.


Depois vieram os jogos, uma sequência eletrizante embalada por Gears of War 4, Forza Horizon 3, Inside, que vem das mãos dos criadores de Limbo e já chegará no dia 29 deste mês, ReCore, o “mindblowing” We Happy Few, mistura de BioShock com um que de Fallout, o frenético Scalebound, que só melhora a cada apresentação e está previsto para o ano que vem (videozinho abaixo que filmamos no local), Sea of Thieves, a nova proposta da Rare, Project Scorpio, o console-foguete também previsto para o final do ano que vem... E mais.

Enfim, coisas boas não faltaram. Um ou outro sem data, mas a maioria seguindo uma agenda de divulgação. O planejamento da Microsoft foi mais consistente, racional, firme. Foi “protocolar”, no melhor de todos os sentidos.
Já a Sony, como mencionamos, apostou na emoção. Teaser na cara, teaser na cara, teaser na cara. Poucas datas: The Last Guardian, finalmente (25 de outubro deste ano), a surpresa-bomba Resident Evil 7, e bomba no sentido de apresentar um gameplay absolutamente diferente do de todos os jogos anteriores da série e do que se esperava (no bom sentido, porque tá assustador mesmo), marcado para 24 de janeiro de 2017 e com demo na PSN a assinantes da Plus... E basicamente só, salvo um ou outro vago “em breve” ou “2017”. God of War nem subtítulo tem ainda - é o que se espera, pois ainda seria cedo para um eventual reboot da série. O gameplay está brutal, maduro e com mais cérebro, 

Quanto ao resto que tem alguma previsão no calendário, ou eram jogos já anunciados ou experiências em realidade virtual para o PlayStation VR. Detroit é a nova proposta da Quantic Dream, que assina os exclusivos Heavy Rain e Beyond: Two Souls. Até mesmo Crash, quando deu as caras, não foi exaaaatamente do jeito que a gente esperava – ainda assim, serviu ao propósito de mexer com a emoção. E isso ditou o ritmo da conferência da Sony: envolvimento com os jogadores, uma baita orquestra tocando ao vivo, uma experiência audiovisual que poucos espetáculos oferecem. No entanto... poucas datas, muitas promessas.
Tem coisa ali que só sai em 2018, 2019, isso se não virar projeto para o PS5. Vamos torcer para que não. Death Stranding, sem pé nem cabeça, o novo projeto do Kojima, está embrionário do mesmo jeito que o P.T. era – só que agora, naturalmente, está nas mãos de um Kojima independente. Vamos aguardar todo esse show de emoções da Sony (e botem anos aí). Days Gone, mundo aberto pós-apocalíptico à la The Last of Us, impressionou também. Mas está longe de acontecer...
Enfim, há prós e contras para cada lado. Microsoft, o Apolo, preferiu seguir o protocolo e entregar coisas mais concretas, enquanto a Sony, o Dionísio, apostou na emoção, no mais abstrato, com produtos que vão demorar muito tempo para chegar às nossas mãos, mas que causaram forte impacto sentimental nos jogadores. E olha só: ela realmente não falou nada sobre o novo PS4, mesmo depois da concorrente ter apresentado dois consoles novos. Estão vendo como ninguém quis mudar slides?


Cada empresa percorre seu próprio caminho. Números são importantes, sim, concorrência é importante, sim, mas a filosofia das duas é bem diferente. A Microsoft deve continuar oferecendo mais recursos multimídia para uma experiência em tamanho família – sem deixar de ser hardcore –, enquanto a Sony abre mão disso para mostrar jogos, jogos e jogos.
Há um certo ou errado nisso? Elas sabem dizer melhor do que a gente. Afinal de contas, ambas coexistem do jeito que são e só se aprofundam no que fazem – sinal de que, bem, as coisas vão bem pros dois lados, sem que precise existir uma preocupação de quem está em primeiro, segundo, terceiro lugar. O importante é existir e trazer coisas legais para a gente. O que vocês acham disso? Reflitam conosco na seção destinada aos comentários logo abaixo.
O TecMundo Games está na E3 2016, em Los Angeles, e também tem uma força-tarefa no Brasil para a cobertura completa do maior evento de games do mundo. Continuem ligados porque traremos gameplays quentinhos de muitas coisas apresentadas. 

'PC de Mochila' adaptado para jogos em RV é apresentado pela Alienware


A próxima versão do console da Microsoft sacramentou o que muitos já sabiam: estamos prestes a entrar numa nova era, na geração da realidade virtual (RV) – prova disso foi, também, o anúncio de Resident Evil 7 (assista ao trailer aqui). Fato é que não somente um hardware parrudo deverá estar à disposição do jogador; será preciso, também, um trabalho logístico árduo na hora de engatar uma partida, afinal cabos terão de ser carregados por todo o cômodo durante tiroteios, por exemplo.
Pensando nisso, a Alienware demonstrou nesta semana o que pode ser a solução para quem pretende participar de jogatinas via desktops ou notebooks. Apresentada durante a PC Gaming Show e desenvolvida em parceria com a Zero Latency, a VR-ready PC é nada menos que uma mochila equipada com um poderoso computador capaz de executar jogos em RV – o conceito, vale observar, não é exatamente novo, uma vez que até mesmo a HP já apresentou um projeto semelhante.


O acessório faz uso de um cartão gráfico AMD RX 480, cujo preço é de US$ 200 (em torno de R$ 700) e que oferece suporte a jogos que rodam em realidade virtual. Duas portas USB, entrada para cabo de força, saídas HDMI e para fone de ouvido ficam à disposição do usuário na parte de cima da mochila.


A VR-ready PC, conforme explica a equipe do CNET, é apenas um protótipo, então reformulações de hardware e de design ainda devem ser feitas até que o lançamento oficial ocorra. Ainda não há previsão para a chegada do produto às gôndolas do mercado. 

Microsoft revela, Project Scorpio, nova versão do Xbox One


O Project Scorpio era real no fim das contas

Parece que o Project Scorpio, suposta versão mais poderosa do Xbox One, era real no fim das contas -- Assim como seu companheiro pequenino, o Xbox One S. A nova versão do Xbox One será lançada no final de 2017.
A nova versão do console da Microsoft foi revelada durante a conferência da Microsoft na E3 2016. Phil Spencer subiu ao palco para falar sobre como a Microsoft pretende unir a comunidade de todas as plataformas de games e apresentar o novo hardware. Ele é mais poderoso que seu antecessor, com gráficos em 4K, 6 teraflops de processamento gráfico e alta fidelidade para experiências de realidade virtual.
O novo console promete rodar games a 60 quadros por segundo com pixels não comprimidos. Todas as versões do Xbox One -- Xbox One, Xbox One S e Project Scorpio -- serão compatíveis com todos os games lançados para a plataforma Xbox.

O console foi anunciado tão antes de seu lançamento, de acordo com o Spencer, para garantir que os desenvolvedores tenham tempo de se preparar para a novidade.


OSVR tem óculos com especificações similares ao Rift e ao Vive por US$ 399


A Realidade Virtual já está quase aí, mas nem todos os consumidores se mostram muito animados com os preços dos produtos desenvolvidos pelas grandes companhias do ramo.
Com HTC Vive e Oculus Rift chegando ao jogador por mais de 600 dólares, a nova tecnologia parece se limitar a atender um público bem pequeno.
Pensando em compensar nesse quesito, mas sem deixar a performance de lado, a OSVR (Open Source Virtual Reality Consortium) desenvolveu óculos similares que devem chegar ao consumidor como uma alternativa viável.

De acordo com a informação no site oficial da OSVR, o Hacker Development Kit 2 apresenta especificações similares às que do HTC Vive e do Oculus Rift. A grande vantagem, contudo, é o preço de apenas US$ 399 (R$ 1.380), ou seja, metade do Vive (que custa US$ 800) e muito mais barato que o Riftr (que chega por US$ 600).

Especificações do OSVR Hacker Development Kit 2
Display: OLED
Resolução: 2160x1200 pixels
Taxa de atualização: 90 Hz
Plataforma: OSVR
Campo de visão: 110 graus
Área de rastreio: 243 x 274 cm

Controle: qualquer hardware compatível com OSVR, qualquer gamepad compatível com PC
Sensores: acelerômetro, giroscópio, magnetômetro, sensor de rastreio de posicionamento em 360 graus
Conexões: HDMI, USB 2.0, USB 3.0
Requerimentos: NVIDIA GeForce GTX 970/Radeon R9 280 (equivalente ou superior), Intel Core i5-4590 (equivalente ou superior), 8 GB de RAM, saída HDMI 1.3 e 2 x USB 2.0
Preço: 399


Vale notar que o novo modelo do OSVR já está disponível no site oficial. Resta torcer para que as desenvolvedores apoiem o projeto, que deve rodar os games com a mesma qualidade e por um preço muito melhor para os consumidores.

Tudo sobre o novo Xbox One S: 40% menor, com HDR e por apenas US$ 299

Depois dos vazamentos antecipados sobre o suposto novo Xbox One, a Microsoft começou sua apresentação na E3 2016 revelando várias informações sobre o novo console, confirmando os boatos e várias especificações que haviam sido divulgadas antes da hora.
O Xbox One S chega com design reformulado, em um visual que mescla corpo branco com base em preto, medidas reduzidas (sendo 40% menor que o modelo original) e trazendo em seu interior a fonte de alimentação. E o aparelho já vem com um suporte para uso na vertical.
Acontece que as novidades não param por aí, pois o Xbox One S traz algumas mudanças em seu hardware que vão permitir que os jogadores tenham muitos jogos instalados no HD. O console estará disponível em três versões com diferentes componentes para armazenamento: 500 GB, 1 TB e 2 TB.

Além disso, o novo aparelho dará suporte para jogos em HDR (contraste de grande alcance dinâmico) e vídeos em Ultra HD. O suporte para a resolução 4K pode ser aproveitado tanto em discos Blu-Ray do tipo UHD quanto em plataformas online como o Netflix, que já oferece suporte para tal funcionalidade.
Não bastassem as atualizações no console, a Microsoft também apostou em retoques no visual do controle do Xbox One S. Apesar da similaridade com o original, o novo produto é ainda mais ergonômico, graças às texturas na traseira. No interior, o gamepad tem novo transmissor, que dá compatibilidade com Bluetooth (é possível usar no Windows 10) e alcance superior.


O melhor de tudo é o preço do novo modelo, confira:

Xbox One S com 500 GB - US$ 299 (R$ 1.034)
Xbox One S com 1 TB - US$ 349 (R$ 1.207)
Xbox One S com 2 TB - US$ 399 (R$ 1.380)

O Xbox One S deve ser lançado em agosto de 2016, mas ainda não há informações de quais mercados vão receber os novos aparelhos, tampouco as datas específicas.

Xô, dengue! LG lança TV que espanta mosquitos


A LG acaba de lançar a Mosquito Away TV, uma televisão que além de entreter, tem a função de afastar os mosquitos. O aparelho é equipado com um dispositivo que emite ultrassom, que, de acordo com a empresa, faz com o inseto se mantenha distante.
A TV não usa qualquer produto químico, nem requer o uso de refis ou algum tipo de manutenção. Para que sua função repelente comece a funcionar, não é necessário ligar o televisor. Segundo a companhia, a tecnologia segue todas as normas exigidas por organizações globais e foi testada pelo Instituto Internacional de Biotecnologia e Toxologia (IIBAT, sigla em inglês).

A LG Mosquito Away TV está à venda apenas na Índia, cuja a população, assim como a brasileira, enfrenta diversas doenças devido a picada de mosquitos, como dengue, chikungunya e malária. O modelo com tela de 80 cm sai por US$ 403,00 (cerca de R$ 1.357,00) e o de 108 cm custa US$ 712,00 (aproximadamente R$ 2.399,00).
Esse não é o primeiro aparelho da marca com a função “espanta mosquito”. A empresa já contava em seu portfólio com o Mosquito Away 2HP, um modelo de ar-condicionado equipado com a mesma tecnologia de ultrassom, vendido na Índia e na Indonésia.
Apesar da aposta da LG, estudos indicam que o recursos não seria eficaz para prevenir picadas do inseto. A fabricante rebate alegando que testes feitos com seu ar-condicionado revelaram que o equipamento deteve 64% dos mosquitos fêmeas transmissores da malária em um período de 24 horas. Especialistas, no entanto, afirmam que o ar-condicionado por si só tende a combater esses insetos mesmo sem qualquer recurso adicional.

PlayStation VR, CoD: o que esperar da conferência da Sony na E3


A conferência da Sony para a edição 2016 da E3 está marcada para segunda-feira (13), às 22h do horário de Brasília, e deve trazer algumas surpresas aos jogadores – como já é tradicional, pouca coisa vaza sobre a apresentação nos dias que antecedem a feira. Há boas apostas a respeito do que a Sony pode levar ao palco: mais informações sobre exclusivos já anunciados, como Detroit: Become Human, e novidades sobre games multiplataforma que podem surgir primeiro no espaço da Sony, como Destiny 2. 
O PS Neo era uma das maiores expectativas para a conferência da Sony. No entanto, na sexta-feira (10), a empresa confirmou o novo PS4, mas anunciou que ele não estará presente na E3. 
É bom lembrar que as informações abaixo não estão confirmadas: o mistério sobre os lançamentos e anúncios no palco da conferência faz parte do jogo da E3.

PlayStation VR (Foto: divulgação)

Outro candidato a aparecer é o PlayStation VR, cujo lançamento está confirmado para outubro. A Sony pode vender melhor sua solução de realidade virtual na E3, aproveitando que preços altos e um processo de lançamento acidentado comprometeram a chegada de Oculus Rift e HTC Vive, seus concorrentes no PC.
Também é esperado que a empresa abra espaço para cravar datas para The Last Guardian.

O que mais pode aparecer
Uncharted 4 e DLCs

História de Uncharted 4 abre margens para os DLCs prometidos pela Naughty Dog (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Sabe-se que Uncharted 4 terá DLCs para singleplayer no futuro, mas quando eles serão lançados? A Naughty Dog pode aproveitar o sucesso comercial e de crítica da última aventura de Nathan Drake para falar sobre os planos de novos conteúdos para os jogadores da aventura, explorando algumas pontas deixadas na história do game.

Call of Duty: Infinite Warfare

Call of Duty Infinite Warfare deverá contar com conteúdo exclusivo no PS4 (Foto: Divulgação/Activision)

O novo Call of Duty, a exemplo dos antecessores da atual geração, deve chegar ao PS4 com alguns acordos de exclusividade – como lançamento de DLCs primeiro nas plataformas da Sony, que tem um acordo com a Activision.

Hideo Kojima no palco
Depois da tumultuada saída da Konami, Hideo e a Kojima Productions começaram a desenvolver um novo game. Não se sabe rigorosamente nada do novo título, e a E3 poderia ser uma boa oportunidade para revelar informações aos aos jogadores.

Sony Bend
O estúdio trabalha há anos em um novo game, ainda oculto. Acredita-se que, finalmente, o novo exclusivo seja apresentado ao público. Recentemente, foi descoberto que o domínio de Internet para um game chamado “Dead Don’t Ride” havia sido adquirido pelo estúdio.

Detroit: Become Human
Exclusivo anunciado no ano passado deve ganhar novos detalhes (Foto: Divulgação/Quantic Dream)

O exclusivo é a nova produção da Quantic Dream, estúdio responsável por Heavy Rain e Beyond: Two Souls, e acredita-se que a Sony pode reservar algum espaço para que novas informações sobre a produção sejam apresentadas para os jogadores.

Rumores
Abaixo, fique por dentro de uma série de rumores:
Crash Bandicoot: Os pedidos já são antigos, rolou um easter-egg caprichado do marsupial em Uncharted 4 e tudo parece apontar para um retorno triunfal do mascote aposentado do PlayStation.
The Last of Us 2: O sucessor de The Last of Us poderia ser apresentado de maneira breve, assim como o próprio Uncharted 4 foi há alguns anos, quando a Sony aproveitou a E3 para mostrar uma rápida cena de Nathan Drake em meio a uma tempestade na floresta.

Destiny 2 será lançado em 2017 e espera-se trailer do game na E3 (Foto: Divulgação/Bungie)

Destiny 2: A Activision já admite que Destiny 2 será lançado em 2017, mas como nada foi apresentado do novo jogo até o momento, a aposta por uma revelação durante a E3 parece bem segura. Além disso, o primeiro Destiny, que tinha uma série de acordos de exclusividade com a Sony, apareceu na E3 2013, justamente na conferência da Sony.

No Mans Sky foi adiado e acredita-se que nova data tenha relação com o PlayStation VR (Foto: Divulgação/Sony)

No Man’s Sky e realidade virtual: Uma aposta entre os rumores é de que o recente atraso no lançamento do aguardado jogo de exploração tenha ocorrido para que o jogo seja compatível com o PlayStation VR, aproveitando a mesma janela de lançamento do óculos de realidade virtual da Sony.



Rise of The Tomb Raider: O acordo de exclusividade da Microsoft está para terminar e isso significa que jogadores do PlayStation 4 poderão curtir a nova aventura de Lara Croft em breve. A aposta é que, caso o game apareça no palco, a Sony revele uma versão tecnicamente melhor do jogo e com DLCs incluídos no mesmo pacote.

Gran Turismo Sport pode abrir espaço para o Gran Turismo 7 durante a E3 (Foto: Divulgação/Poliphony Digital)

Gran Turismo 7: Gran Turismo Sport, a versão menor, mais focada e dedicada ao automobilismo de GT chega no fim do ano, mas é possível que a Poliphony Digital aproveite a janela da E3 para anunciar GT7. Com isso, os fãs mais tracionais da série – que andam desconfiados com GT Sport –, ficariam mais tranquilos.

God of War pode dar descanso à turma do Olimpo no próximo game da série (Foto: Divulgação/Sony)

God of War: Muita gente pode estar perto de matar a saudade de God of War. Rumores circularam recentemente de que o novo jogo da série se ambientaria na mitologia nórdica (lar de deuses como Thor, Loki e Odin), deixando as sanguinárias aventuras de Kratos trucidando deuses gregos no passado.

Homem Aranha: Bastou uma atualização num currículo de um ator – ele disse que estava trabalhando na dublagem de um novo game do Homem Aranha nos estúdios da Sony – para que a informação se transformasse num rumor e sério candidato a anúncio na E3. Com janela de lançamento em 2017, no mesmo período em que um novo filme do Aranha chega às telonas, há boas possibilidades de que o game seja mesmo real.